{"id":723,"date":"2019-01-24T16:22:40","date_gmt":"2019-01-24T16:22:40","guid":{"rendered":"http:\/\/dagoberto.org\/minuto\/?p=723"},"modified":"2019-01-24T16:22:40","modified_gmt":"2019-01-24T16:22:40","slug":"nossos-erros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/nossos-erros\/","title":{"rendered":"NOSSOS ERROS"},"content":{"rendered":"<p>Em todos os momentos de nossa vida, dentro do processo de aprendizagem que leva ao crescimento espiritual, estamos, constantemente, cometendo erros. Erros que produzem marcas em nossa exist\u00eancia; material e espiritual. Algumas dessas marcas s\u00e3o superficiais; outras provocam cicatrizes profundas em todo nosso ser; f\u00edsico e espiritual.<br \/>\nErramos em nossas atividades sociais, profissionais, sentimentais e, principalmente, nas espirituais, porem nenhum desses erros \u00e9 desperdi\u00e7ado. Todos eles est\u00e3o carregados de li\u00e7\u00f5es valios\u00edssimas que, certamente, ser\u00e3o aproveitadas no futuro. Eles servem de elementos b\u00e1sicos no processo de aprendizagem.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos at\u00e9 afirmar que errado e certo s\u00e3o coisas extremamente relativas, pois aquilo que \u00e9, aparentemente, errado para uns, talvez n\u00e3o seja para outros. Algumas coisas que consider\u00e1vamos erradas no passado ou em um dado momento da hist\u00f3ria, j\u00e1 nos fizeram mudar nossos conceitos, ou talvez n\u00e3o tenhamos a mesma opini\u00e3o no futuro. Isso n\u00e3o quer dizer que podemos aceitar as coisas &#8220;erradas&#8221; sem fazer nada para muda-las.<br \/>\nDevemos estar sempre prontos para tentar mudar aquilo que achamos errado, na medida do poss\u00edvel para cada um de n\u00f3s, mesmo que os resultados n\u00e3o sejam aqueles que esper\u00e1vamos.<\/p>\n<p>No c\u00f3smico, nada se perde; nem os erros. Importa que aprendamos a transformar nossos erros do passado em acertos no futuro. \u00c9 comum acontecer que n\u00e3o consigamos resgatar todos os nossos erros do passado e os da presente exist\u00eancia e aprender todas as li\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ao nosso crescimento espiritual numa s\u00f3 encarna\u00e7\u00e3o, mas sempre teremos uma nova oportunidade de resgate e aprendizado, nas encarna\u00e7\u00f5es subsequentes.<\/p>\n<p>Cada acerto elimina de nossa balan\u00e7a de pagamentos, uma multid\u00e3o de erros. O que n\u00e3o podemos \u00e9 esmorecer e ficarmos parados remoendo nossas faltas, mesmo porque tal atitude n\u00e3o ajuda em nada e s\u00f3 poder\u00e1 agravar ainda mais nossa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 essencial que fa\u00e7amos o bem, da melhor maneira poss\u00edvel para o nosso entendimento e para nossa capacidade. Devemos fazer sempre o m\u00e1ximo poss\u00edvel, dentro das nossas possibilidades. Ningu\u00e9m pode dar aquilo que n\u00e3o tem, mas pode dar o m\u00e1ximo do que tem.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos achar que, s\u00f3 porque algumas li\u00e7\u00f5es graves s\u00e3o necess\u00e1rias em dados momentos, ou que alguns acontecimentos fazem parte do hist\u00f3rico c\u00e1rmico de algumas pessoas ou de uma sociedade, poderemos nos eximir do trabalho no sentido do bem e de amenizar o sofrimento dos outros e de trabalharmos para que o bem se instale de forma \u00e1 corrigir as imperfei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Uma guerra pode fazer parte do hist\u00f3rico c\u00e1rmico de algumas na\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o nos d\u00e1 o direito de nos alienarmos e acharmos que podemos nos manter a dist\u00e2ncia dos acontecimentos, mas devemos, sim, batalharmos pela paz porque \u00e9 nosso dever manter a semeadura da boa semente, mesmo que ela n\u00e3o caia em solo f\u00e9rtil.<\/p>\n<p>(do meu livro &#8220;Raios de Luz&#8221;) &#8211; Valentim Antonio Rodrigues &#8211; Professor &#8211; Escritor &#8211; Poeta &#8211; Pensador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em todos os momentos de nossa vida, dentro do processo de aprendizagem que leva ao crescimento espiritual, estamos, constantemente, cometendo erros. Erros que produzem marcas em<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-723","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-reflexao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/723"}],"collection":[{"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=723"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/723\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":724,"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/723\/revisions\/724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=723"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=723"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dagoberto.org\/minuto\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=723"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}